“A procura pelos materiais aumenta tradicionalmente na segunda quinzena de janeiro e segue com força no início de fevereiro, dependendo da data de reinício das aulas em cada cidade ou instituição. Para o comerciante é fundamental que trabalhe com bastante organização nos estoques oferecendo preços e condições atrativas para amenizar o impacto da elevação dos preços”, afirma o presidente da Federação Varejista do Rio Grande do Sul, Ivonei Pioner.
O indicador de vendas no setor de livros, jornais, revistas e papelaria vinha caindo desde 2015 e na pandemia sofreu uma queda ainda maior.“Por isso, é relativo avaliar que houve uma retomada no ano passado, pois a curva vinha em uma descendente muito grande", ponderou o economista da Federação Varejista do Rio Grande do Sul, Allyson Gois.