Futebol: Nessa arbitragem há três pelotenses: o Supervisor da SMED, Jean Pierre Lima, o membro do Conselho Tutelar, Eduardo Bastos, e o professor de Educação Física, Érico Andrade. De acordo com os profissionais, as regras são as mesmas do futebol olímpico. A diferença é a comunicação entre árbitros e atletas. No futebol, o tradicional apito do juiz dá a vez para uma bandeira, na comunicação visual. “O futebol da comunidade surda tem companheirismo e boa relação entre os oponentes. Quando lançamos gesto com a bandeira, os atletas se comunicam para avisar sobre o sinal da arbitragem”, relatou o tradicional árbitro Jean Pierre.

Taekwondo: Marcelo Bispo e Lucas Ribeiro, do Projeto Quem Luta Não Briga, lutaram no fim de semana (7 e 8) nas Surdolimpíadas, mas não subiram no pódio. Marcelo disputou com atleta da Coreia do Sul, país de origem do Taekwondo, e Lucas esteve próximo à vitória contra atleta da Venezuela, ficando à frente na luta, mas sofreu um golpe que o levou à derrota. O técnico Rossano avaliou a participação dos atletas pelotenses como uma grande experiência. “Ganhamos muita experiência, percebemos que, apesar de nossos atletas estarem no topo da modalidade em nível nacional, nessa competição ainda precisamos evoluir para estar no mesmo nível dos europeus e dos asiáticos, por exemplo.”