Tales Leal foi figurante marcante dos últimos anos na Boca do Lobo. Ao se despedir do E.C. Pelotas, ele também contou ao Diário da Manhã sobre sua experiência com a comunicação do clube.
O início foi em 2016, contratado para Central de Sócios do Lobo. Foi estagiário durante oito meses e logo foi efetivado na assessoria de comunicação. “Conheci muito mais da rotina do clube e também acompanhei mais o futebol. Neste cargo, me aprimorei e pude ficar um bom tempo trabalhando com comissão técnica, atletas, colegas de imprensa, torcedores e direção.”
No início, não trabalhava com a fotografia. “Foi durante esse tempo que ela entrou na minha rotina. Desde o começo, foi uma experiência sensacional contar a história do clube por imagens. Com a experiência que o clube me deu, tenho certeza que levarei a fotografia como profissão adiante.”
Foram seis temporadas diferentes entre o sol, a chuva, o calor e o frio, em treinos, jogos e viagens. “Foi um tempo bem aproveitado, pois o clube me dava liberdade de implementar o trabalho da melhor forma. A gente sempre procurou deixar o Pelotas em um nível muito alto na comunicação. Ficamos contentes com o resultado do trabalho.”
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Tales Leal foi figurante marcante dos últimos anos na Boca do Lobo.[/caption]Tales recorda de quem o ajudou nessa caminhada. Diretores: Álvaro Ramos, Guilherme Gomes, Giacomo Bertinetti e Gabriel Ribeiro. Assessores parceiros: Bruno de La Rocha, Jessé Krüger, Gustavo Pereira, Igor Krolow, Giancarlo Santorum, Pedro Lopes e Fael Marques -Apoiadores : Nikolas Pires, Tiago Winter e Leandro Lopes.
“As melhores lembranças nem sempre são as vitórias. É claro que passamos por um ano bem especial, o de 2018, quando conquistamos o acesso e o título. Mas todo o tempo foi proveitoso. Saio pela porta da frente, de cabeça erguida e com a certeza de termos feito o melhor. Agradeço muito pela oportunidade. São experiências e amizades que levamos para vida inteira.”
Sobre o último período, em que o Pelotas não atingiu os resultados de campo, Tales afirma que é difícil apontar um culpado ou colocar a responsabilidade sobre alguém. No futebol, a bola nem sempre entra, o contexto é amplo e os detalhes é que decidem.
Detalhes que ele sempre atentou nas fotografias. “Sigo cursando o jornalismo na UCPel e me aprimorando cada vez mais na área. Tenho um bom relacionamento com a imprensa local e estadual e neste recomeço não é diferente. A partir de agora, invisto mais em mim, com a cobertura de partidas do futebol gaúcho, no cenário do interior e também nacional.”
Colaborador no jornalismo pelotense, logo o crédito para Tales Leal poderá ser novamente visto: “Tenho certeza de que a minha caminhada recém começou e tenho muito a oferecer para quem acompanha e acredita no meu trabalho”, finalizou.