Em sua primeira participação na Série B (era dos pontos corridos), o Brasil somou 54 pontos – aproveitamento de 47%, mas ficou na 11ª posição. Na 29ª rodada, o time então treinado por Rogério Zimmermann alcançou o “número mágico” dos 45 pontos, o que afasta – de acordo com o histórico da competição – o risco de rebaixamento. O Xavante ficou a nove pontos do quatro colocado, o Bahia.

Brasil precisa melhorar muito seu aproveitamento em anos anteriores para se habilitar à vaga na primeira divisão
Foto: Carlos Insaurriaga/Assessoria GEB
No ano passado, o Brasil somou menos pontos (51), mas ficou mais acima na tabela. Encerrou o Brasileiro em oitavo lugar – aproveitamento de 44%. Na tabela esteve mais perto do quarto colocado, mas na pontuação da distância foi maior. O Paraná subiu com 64 pontos – portanto, 13 a mais do que o representante gaúcho.
A Série B deste ano não conta com time de um dos grandes clubes do país – ao contrário dos anos anteriores, quando teve o Vasco (2016) e o Internacional (2017). Isso indica a tendência de uma competição equilibrada e imprevisível.
CONTRATAÇÃO – Se há o risco da saída de jogadores – os que foram destaques no Gauchão -, o Brasil está contratando para o Brasileiro. Os atacantes Michel e Welinton Junior, e o zagueiro Rafael Vitor já estão na cidade. Está chegando também o meia Kaio Nunes, 22 anos, que estava no Real de Brasília. O meia-atacante Juninho deve retornar ao Bento Freitas.
Quem subiu
2016
- Atlético/GO (76 pontos)
- Avaí (66 pontos)
- Vasco (65 pontos)
- Bahia (63 pontos
2017
- América/MG (73 pontos)
- Internacional (71 pontos)
- Ceará (67 pontos)
- Paraná (64 pontos)