Com uma flâmula para os 40 comerciantes que participam há dois anos e um certificado de reconhecimento para os mais de 20 feirantes que há mais de 12 meses integram o evento, o prefeito consolidou o trabalho e a transformação positiva daquele espaço: "este mercado ao ar livre é um grande ganho para a nossa cidade, ativou o nosso Centro Histórico e transformou os nossos sábados", disse ele.
O Mercado das Pulgas, que é um museu a céu aberto e que combina perfeitamente com o casario do seu entorno, é resultado de uma boa conversa há dois anos com a vice-prefeita Paula Mascarenhas. Hoje estamos aqui, numa proposta muito bem aceita pelo público pelotense, que une o social, o turístico e o lúdico", define Ramão Jesus Marques Costa, um dos 15 feirantes pioneiros do Mercado das Pulgas.
O secretário de Cultura, Giorgio Ronna, também se diz orgulhoso entre os festejos: "este é um projeto de grande êxito, que deu certo desde a primeira edição", lembrou.
No espaço, todos os sábados, mais de 60 inscritos expõe e vendem antiguidades, artes e roupas usadas, como Tereza Rodrigues, que além de comemorar dois anos com sua banca de antiquário, se diz satisfeita com a evolução de seus clientes: "a cada sábado melhora. É muito bom estar aqui".
Além de flâmulas, música e certificados, os comerciantes foram agraciados com docinhos de Pelotas, oferecidos pela Imperatriz Doces.
HISTÓRICO
Inaugurado em 31 de maio de 2014, a feira ao ar livre comercializa bens antigos (móveis, talheres, louças, etc.), usados (livros, roupas) e outras mercadorias, tais como esculturas, além de objetos decorativos, de fabricação artesanal e artigos para coleções, como selos, cédulas, moedas, cartões postais, revistas, gibis, facas e medalhas, além de máquinas fotográficas, discos de vinil, entre outros objetos. A prefeitura de Pelotas é apoiadora do evento por meio das secretarias de Cultura (Secult) e Desenvolvimento Econômico e Turismo (Sdet). A feira de antiguidades ocorre todos os sábados de tempo bom, das 10h às 17h, no largo do Mercado Central.
