
Lourency tenta driblar Kannemann: Brasil resistiu bem no primeiro tempo – até a “interferência” de Daronco -, mas sucumbiu na etapa final
Foto: Jonathan Silva/Assessoria GEB
Na primeira etapa, o Brasil teve uma boa postura defensiva e criou lances para surpreender no contra-ataque. O empate por 0 a 0 era um fator de esperança para os rubro-negros. Por isso, o descontentamento do técnico Clemer com o que chamou de “interferência” do árbitro Anderson Daronco.
“O Daronco estragou o espetáculo. Muita gente falava que o Brasil seria goleado pelo Grêmio, e foi goleado, mas nessa situação. Se as equipes estivessem iguais (em número de jogadores) tenho certeza que isso não iria acontecer”, afirmou na entrevista coletiva. Clemer questionou os critérios de Anderson Daronco para apresentar os cartões amarelos na partida.
“O Sciola fez falta disputando uma jogada por cima (no alto). Ele dá o cartão, mas não dá para o Ramiro, que fez falta por trás num nosso jogador. Que critério é este?”. O treinador do Brasil não tem dúvida que se a falta feita por Eder Sciola, que valeu o segundo cartão amarelo, tivesse sido cometida por um jogador do Grêmio não haveria advertência. “Isso eu tenho certeza”, atestou.
A consequência do exagero de Daronco se apresentou com crueldade no segundo tempo, quando o Grêmio – sem forçar muito – chegou a goleada de 4 a 0. Uma vantagem que só não é impossível de ser desfeita por se tratar de futebol. A última vez em que o Tricolor perdeu de 4 a 0 (resultado que levará a decisão de domingo para os pênaltis) ocorreu no dia 7 de setembro de 2016, diante do Coritiba, pelo Brasileiro.

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