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Levantamento da Emater foi realizado em 390 dos 494 municípios gaúchos.[/caption]Comparado com a Semana Santa do ano passado, houve uma redução do volume de peixes a ser comercializado, passando de 3.268.067 kg para 3.224.217 kg, uma redução de 1,3%, muito embora o número de escritórios informantes também tenha diminuído, passando de 418 para 390. Quando comparado com o preço praticado no ano passado, o aumento foi de 5,8% (de R$ 9,13 para R$ 9,66 o kg).
Em todo o Estado, são realizadas, neste período, 347 feiras e há comercialização de peixes em outros 5.605 locais, como pesque-pague, nas propriedades dos criadores, na residência do pescador, na beira da praia, na beira do rio e por ambulantes.
Seja inteiro, eviscerado ou filé, entre os peixes de água doce são comercializados bagre, carpas, dourado, grumatã, jundiás, linguados, piavas, tilápias e violinhas. Já entre os de água salgada estão abrótea, covina, papa-terra, sardinha, tainha, viola e camarão. “Dos peixes de água doce, que são a maioria, a maior comercialização é de carpas, com 70% de vendas”, destaca Bartels, ao citar, como segundo maior consumo, a tilápia, com 12% de vendas.