A professora Cláudia Hartleben desapareceu de dentro da sua casa, na Avenida Fernando Osório, zona norte de Pelotas, na noite de 9 de abril de 2015O recurso impetrado pelo Ministério Público, que denunciava o filho e o ex-marido da vítima por homicídio duplamente qualificado e ocultação de cadáver tramitava desde 22 de março deste ano junto à 2a Câmara Criminal do Tribunal de Justiça, em Porto Alegre, aguardava decisão do desembargador José Ricardo Coutinho Silva.
A defesa dos denunciados, feita pelos advogados Mauro Goebel e Felipe Matiello se disse surpresa à época da denúncia – feita inicialmente junto à 1a Vara Criminal de Pelotas, e negada pelo juiz Paulo Ivan Medeiros – e salientou a inexistência de evidências contra seus clientes. Por recomendação da defesa, João Morato Fernandes e João Félix Hartleben Fernandes, se negaram a realizar o teste do “detector de mentiras”.
A professora Cláudia Hartleben desapareceu de dentro da sua casa, na Avenida Fernando Osório, zona norte de Pelotas, na noite de 9 de abril de 2015.
(Marcelo Nascente/DM)