
Cerca de 14 toneladas da fruta, além de derivados, já foram comercializadas nesta edição
O secretário de Desenvolvimento Rural, Jair Seidel, pasta que coordena a Feira, informa que quatro pontos na cidade disponibilizam exclusivamente morango e derivados, além de outros oito, que também comercializam variedades de pêssego. “As vendas de morango, neste ano, superam as de 2020 em aproximadamente 40%. Até agora, a fruta já movimentou em torno de R$ 250 mil.”
Confira os pontos de comercialização
* Largo do Mercado Central – de segunda a sábado - pêssego e morango
* Condomínio Terra Nova - segundas-feiras - pêssego e morango
* Avenida Fernando Osório, entrada do Lindoia – terças-feiras - pêssego e morango
* Avenida Salgado Filho, defronte a Havan – terças-feiras - pêssego e morango
* Guabiroba, praça central – terças-feiras - somente morango
* Avenida Dom Joaquim com Juscelino Kubitschek de Oliveira – quartas-feiras - pêssego e morango
* Avenida Bento Gonçalves, próximo do BIG – quartas-feiras - somente morango
* Parque Dom Antônio Zattera, defronte a Churrascaria Lobão – de segundas a sextas-feiras - somente morango
* Rua Barão de Santa Tecla esquina avenida Bento Gonçalves – de segundas a sextas-feiras - somente morango
* Avenida Duque de Caxias defronte o Sicredi – quintas-feiras - pêssego e morango
* Laranjal – avenida Rio Grande do Sul esquina avenida Antônio Augusto Assumpção Júnior (praia) – sábados e domingos - pêssego e morango
* Laranjal – Trapiche – sábados e domingos - pêssego e morango
Safra boa
Considerada como boa, a safra deste ano assegura a Pelotas a colocação no ranking entre os maiores municípios produtores de morango do Estado. A zona rural conta com 40,5 hectares de produção da fruta. A atividade é praticada por 170 famílias envolvidas, das quais 85 dedicam-se ao cultivo fora do solo (estufas).
O secretário Jair Seidel salienta que a produção em estufa tem crescido em Pelotas. “O método garante que a produtividade se estenda por mais meses durante o ano, não apenas em outubro e novembro, como no passado. Isso dá oportunidade para se prolongar a Feira, favorecendo tanto o produtor como o consumidor. O Município e a Emater têm fomentado a expansão do cultivo fora do solo, por resultar em maior produtividade e em mais qualidade e sanidade da fruta.”